terça-feira, 2 de abril de 2013

O mito do guizo da Cascavel!

 
    A Cascavel ( Caudisona durissa) possui um guizo que está localizado na ponta da sua cauda, conhecido também como chocalho.  Muitas pessoas acreditam que os anéis do guizo representam a idade da Cascavel, isso é um mito, pois cada anel é formado durante uma troca de pele, ou seja, é um anel queratinizado, entrelaçados uns aos outros, formando assim o guizo. Por isso não podemos falar que o guizo mostra a idade da cascavel, pois ela pode trocar de pele várias vezes em um único ano e também ele pode se quebrar. . 
    


Grupo: Gabriela Cunha, Márcia Lopes, Marilu Paulino, Priscila Ferreira, Thayane Bueno.

Fogo destruiu 80 mil hectares da Serra da Canastra

      Em 2006 houve um aumento exacerbado das queimadas em boa parte do país, motivo pelo qual propiciou a destruição de diversas áreas de preservação ambiental, dentre as mais atingidas, está a Serra da Canastra com 80 mil hectares. Com o alastramento do fogo que perdurou por árduos dias, houve ruptura de vários habitats. Dessa forma muitas plantas e animais vieram a óbito, os animais que sobreviveram ao fogo, sem ter para onde ir, foram encontrados mortos em rodovias por atropelamento. O ponto culminante, que vale ser ressaltado, é que leva se anos para que essas áreas sejam reflorestadas naturalmente, enquanto isso não acontece, somos aniquilados com noticiários apontando que esses números só aumentam ano após ano.



http://ultimosegundo.ig.com.br/brasil/mg/2012-09-08/incendio-destroi-parte-da-mata-da-serra-da-canastra-em-minas-gerais.html

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Mais do que uma simples fruta!


     O Pequi (Caryocar brasiliense), além de ser utilizado na alimentação, ele possui muitas utilidades e curiosidades.
     Você sabia que...

- Sua casca serve para a produção do sabão caseiro e para alimentação de gado em forma de torta (massa)
- Suas cinzas com alto teor de potássio serve como corante de tecidos nas tonalidades do cinza ao preto.

 - Com o óleo do pequi, misturado com talco se produz um creme contra rugas da pele.

- Diluído em solvente industrial serve como lustra móveis, protege a madeira e afasta cupins.
- O bom pequi deve ser colhido do chão, pois o colhido o pé pode estar verde, sem qualidade e de sabor ruim, além de afetar o ciclo da produção do pequi naquela safra.

Você sabia também que existe uma lei que incentiva a proteção do Pequi??


    Pois é, no Brasil existe uma Lei Federal de proteção e proteção dos pequizeiros se restringindo ao Parque Nacional dos Pequizeiros-DF. Essa lei severa aos que utilizam o pequi para a produção de carvão. Existe também uma ONG protetora do Pequi, na sede de Montes Claros -MG, com novos estatutos e leis.

http://www.brasilescola.com/frutas/pequi.htm

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O Buriti é muito mais utilizado do que você pensava!

    O Buriti (Mauritia flexuosa), alcança cerca de  35 m de altura, possuindo copas arredondadas, devido a grandeza de suas folha. Suas flores possuem coloração amarelada, e seus frutos avermelhados têm uma superfície revestida por escamas brilhantes.
     São encontrados praticamente em todo Brasil central e o sul da planície amazônica, em terrenos de várzeas e brejos.
     A maior palmeira vive isoladamente ou em comunidades (veredas) exigindo maior abundância de suprimento de água no solo, sendo assim, um indício seguro de que onde está existe um curso d'água. As águas também tem uma importante função de carregar e espalhar suas sementes. 
     Através da extração do fruto do Buriti, é possível obter vários produtos, entre eles: licor, óleo comestível e medicinal (para queimaduras e cicatrização), sorvetes, geleias (com alta concentração de vitaminas A e C), produtos de higiene pessoal (cremes, sabonetes, xampus).
     As palmeiras fornecem fibras para a produção de artesanato e cobertura de casas. Na fauna, elas são de suma importância, pois há épocas em que seus frutos são a única fonte de alimento disponível para aves, morcegos, primatas e roedores. As palmeiras também hospedam insetos e outros animais no interior das bainhas das folhas, criando ninhos confortáveis. 





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Por que as árvores do Cerrado são tortas?


     O solo, o clima e o fogo, influenciam na vegetação do Cerrado. O excesso de alumínio e a alta acidez do solo diminuem a disponibilidade de nutrientes às plantas, tornando-o tóxico para plantas não adaptadas.  Com a baixa fertilidade e a elevada toxicidade do solo propicia assim a tortuosidade da vegetação e nanismo. Quando a frequência do fogo e queimadas ocorre em grande escala, a parte aérea da planta pode não se desenvolver, tornando-se uma planta anã.
     O clima com duas estações bem marcadas (sazonalidade) tem efeito sobre a disponibilidade de nutrientes e a toxicidade do solo. A baixa umidade e a pouca oferta de nutrientes, influencia no crescimento das plantas.  Sendo assim, a combinação da sazonalidade climática, deficiência nutricional dos solos e ocorrência do fogo determinam as características da vegetação do Cerrado.



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Você sabia??


   O escorpião-amarelo (Tityus serrulatus) é a espécie que possui uma característica rara entre os escorpiões - a partenogênese, isto é, a capacidade de se reproduzir através de um ovo sem ser fecundado, não havendo necessidade de um casal, possibilitando então um único espécime transportado para um novo local se reproduzir e se desenvolver.
     Ele é considerado a espécie mais perigosa da América do Sul, seu veneno tem efeito neurotóxico, ou seja, age no sistema nervoso. Sua picada é extremamente dolorosa, e seu veneno pode levar a uma parada respiratória.
     Tem facilidade de se adaptar em ambientes modificados e instáveis, podendo ser encontrada em ambiente urbanos. A espécie recebe esse nome devido à presença de uma serrilha no quarto segmento do abdome.



http://www.terrana.com.br/brasilanimal/ESCORPIAO%20AMARELO/index.html

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BEIJA-FLOR-DE-ORELHA-DE-VIOLETA.

       O beija – flor de orelha violeta (Colibri serrirostris) distingue-se dos outros por possuir placas pós-   auriculares de cor azul-arroxeada, dando a impressão de possuírem orelhas violetas, garantindo assim o seu nome. Habita pastagens abertas, bordas de florestas, cerrados, restingas, parques e jardins. Alimenta-se de néctar de plantas durante o voo e também pequenos insetos. Seu ninho tem formato de taça, ficando apoiado em ramos ou forquilhas. Sua composição é feita de teias de aranhas e outros insetos. A fêmea põe, em média, 2 ovos por ninhada. Ao nascer, é a mãe quem cuida de alimentá-los por três semanas. Depois disso, é cada um por si. 
      Uma curiosidade sobre esta espécie é que, ao dormir, costuma baixar a temperatura corporal, de forma a economizar energia. Até porque, durante o dia, é bastante ativo e costuma cumprir um ritual: visitar as mesmas plantas cotidianamente. Sempre canta a pôr-do-sol e no outono migra das regiões mais altas para os vales.  


Gupo: Gabriela Cunha, Márcia Lopes, Marilu Paulino, Priscila Ferreira, Thayane Bueno