Boa tarde pessoal!
O grupo esta semana se reuniu para finalizar o tabuleiro e as cartas do trunfo.As regras para o jogo já foram definidas!
Acreditamos que será proveitoso por parte dos alunos essa experiencia com este material.
Selecionamos componentes da fauna tipica do Cerrado como : Lobo-Guará (mamifero), Martin-pescador-pequeno (ave), Jararacão (serpente) entre outros componentes faunísticos da parte do Prof. Dr. Wagner, que nos orientou quanto a bases de dados para termos acessos as informações contidas nas cartas como por exemplo:
expectativa de vida:
tamanho:
nº de filhotes:
Amanha (02/04/2013) aplicaremos o jogo em sala de aula, haverá num primeiro momento uma introdução sobre o cerrado, explicação das regras e tiraremos duvidas, após isso aplicaremos uma atividade avaliativa como controle para os efeitos do jogo, esperamos que haja melhoras no entendimento do conteúdo por parte dos alunos. Após o jogo aplicaremos o mesmo questionário para a diagnose.
ATT.
Grupo: Ana Carolina Roque, Larissa M. Rosseto, Luciana Maria, Mariana Mendes e Pedro Gomes
terça-feira, 2 de abril de 2013
segunda-feira, 1 de abril de 2013
Mudança de planos
Boa noite!
Desde a fase de projeto até a realização de nosso trabalho, muita coisa tem mudado. Em primeiro lugar, tivemos que mudar a série em que apresentaríamos nosso trabalho. Isso porque o conteúdo, plantas e animais, não é ministrado para alunos do 2º do Ensino Médio como prevíamos, de modo que alteramos a aula para o 9º ano e posteriormente, para o 7º ano onde o conteúdo era mais apropriado. Além disso, nossa primeira tentativa de levar os alunos para o zoológico não deu certo pois o mau tempo não permitiu. Assim, a aula foi adiada para esta semana. Mesmo assim, por precaução, elaboramos uma dinâmica em que os alunos em grupos deverão descobrir os animais descritos por componentes de seus respectivos grupos, como num jogo de adivinha. Essa dinâmica será aplicada se o tempo novamente intervir na visita ao zoológico. Vamos esperar para ver. Até breve!
Discentes: Igor Ballego, Laís Milagres, Letícia Costa, Mirley de Oliveira, Rejane Leal e Pedro Henrique Morais.
sexta-feira, 29 de março de 2013
Lobeira do Cerrado
Solanum lycocarpum St. Hil.
Família Solanaceae, mesma do tomate e pimenta malagueta| http://www2.ibb.unesp.br |
Espécie amplamente distribuída pelo bioma Cerrado, sendo também encontrada em estados de outras regiões, como o Paraná, Rio de Janeiro, Pará e Amazonas. Torna-se freqüente em áreas alteradas pelo homem, como beira de estradas.
Após a polinização e fecundação, os ovários transformam-se em frutos do tipo baga, globosas com até 20 cm de diâmetro, contendo polpa carnosa,com 300 a 500 sementes.
Sua frutificação é concentrada entre julho e janeiro. Multiplica-se facilmente por sementes, sendo comum encontrar plântulas em fezes de gado e lobo-guará.
Apesar de ser capaz de rebrotar após ser queimada, a lobeira pode ter seus frutos danificados pelo fogo, o que pode comprometer sua reprodução.
Seus frutos representam até 50% da dieta alimentar do lobo-guará (Chrysocyon brachyurus), acreditando-se que tenham ação terapêutica contra o verme-gigante-dos-rins, que é muito freqüente e geralmente fatal no lobo.
Os frutos são utilizados na alimentação de populações tradicionais para o preparo de doces, geléias. Seu uso medicinal é amplamente difundido no bioma Cerrado.
É planta amiga dos criadores de gado. Apesar de ser considerada uma espécie daninha para lavouras e pastagens, suas folhas e frutos são apreciados pelo gado, podendo ser uma ótima alternativa como pastagem nativa durante a época seca, uma vez que as folhas não caem.
É planta amiga dos criadores de gado. Apesar de ser considerada uma espécie daninha para lavouras e pastagens, suas folhas e frutos são apreciados pelo gado, podendo ser uma ótima alternativa como pastagem nativa durante a época seca, uma vez que as folhas não caem.
http://www.biologo.com.br/plantas/cerrado/lobeira.html
quinta-feira, 28 de março de 2013
Visão sistemática da flora do Cerrado
O cerrado tem a
presença marcante de árvores de galhos tortuosos e de pequeno
porte, com raízes profundas (propriedade para a busca de água em
regiões profundas do solo, em épocas de seca). As cascas destas
árvores são duras e grossas, as folhas são cobertas de pêlos e a
presença de gramíneas e ciperáceas no estrado das árvores.
Sua característica
vegetação esparsa com árvores baixas, retorcidas e de casca grossa
plantou no imaginário nacional a falsa idéia de formação monótona
e de pouco valor. Pelo contrário, o Cerrado é fonte de culturas e
paisagens de surpreendente exotismo e rara beleza com alto potencial
turístico e econômico. O bioma é palco de uma profusão de campos
naturais, savanas, veredas e florestas pontuadas por rios, córregos
e cachoeiras.
Dentre as várias
espécies existentes no Cerrado, as endêmicas são:

Flora típica do Cerrado Pequi (Caryocar brasiliense);- Jatobá-do-cerrado (Hymenaea stigonocarpa);
- Dedaleiro (Lafoensia pacari);
- Mamonarana (Pseudobombax longiflorum).
Também são
encontradas outras espécies de vegetais como o
buriti (Mauritia flexuosa), o cajueiro-do-campo (Anacardium
humile), a canela-de-ema (Vellozia flavicans), a
cagaita (Eugenia dysenterica), o sombreiro e o chuveirinho
(Paepalanthus sp), a mangaba (Hancornia speciosa),
a sucupira (Pterodon pubescens), a lobeira (Solanum
lycocarpum), o angelim (Andira vermifuga), o
ipê-amarelo (Tabebuia ochracea), a gritadeira (Palicourea
rigida), o baruzeiro (Dipteryx alata) e a
flor-do-Cerrado (Calliandra dysantha), além de variadas
espécies de orquídeas, cactos, árvores, arbustos e gramíneas.
Por essa grande
biodiversidade, muitas espécies dos vegetais existentes no Cerrado,
são usados com fim fitoterápico. Dentre eles se destacam:
O Buriti
O uso medicinal
está associado ao óleo extraído da polpa dos frutos, com
propriedades energéticas e vermífugas. Rico em pró-vitamina A (500
000 UI), com índice de 300mg/100g, o óleo é usado contra
queimaduras na pele, provocando alívio imediato e auxiliando na
cicatrização. O óleo absorve radiações no espectro
ultra-violeta, sendo um eficiente filtro solar Tem sido empregado
recentemente pela indústria cosmética entrando na composição de
sabonetes, cremes e xampus.
Velame-branco
A espécie é
amplamente utilizada pelas populações tradicionais do Cerrado. A
decocção feita com folhas e raiz do velame-branco é utilizada por
muitos raizeiros no entorno de Goiânia como antiinflamatório.
Mama-cadela
Planta muito utilizada pelas populações do
Cerrado, como espécie medicinalcontra gripes e bronquites, como depurativo do sangue e em má
circulação. A casca é comercializada em bancas de raizeiros da
região. O bergapteno, furocumarina encontrada em cascas, raízes e
frutos verdes da mama-cadela, é um princípio ativo já é bem
conhecido, sendo utilizado (em combinação com as vitaminas A, B1 e
B6) no tratamento do vitiligo e outras doenças que causam
despigmentação na pele. segunda-feira, 25 de março de 2013
O segredo por trás do bico do tucano
Há séculos os cientistas estão intrigados com a razão do bico do tucano ser tão incrivelmente grande, mas agora uma equipe de pesquisa pensa ter encontrado a resposta.
Na revista científica Science os pesquisadores afirmam que o enorme bico do tucano serve como um radiador.
Com câmeras infravermelhas os cientistas observaram o animal dissipando calor através de seu bico, para ajudar a regular a temperatura de seu corpo.
O tucano tem o maior bico em relação ao tamanho do corpo do que qualquer outra ave, chegando a 1/3 do seu comprimento total.
Segredos quentes
Darwin pensava que o bico do tucano era usado para atrair o sexo oposto e outras idéias recentes vão desde descascar frutas até depredação de ninhos e alertas visuais.
Para investigação, pesquisadores da Universidade Estadual de São Paulo (UNESP) e da Universidade Brock, no Canadá, analisaram o tucano toco (Ramphastos toco), que tem o maior bico de todas as espécies de tucanos.
Usando câmeras de infravermelho (visão térmica) para observar a ave, descobriram que a temperatura do bico dos tucanos varia de 10 a 35oC.
Se o ambiente esquentava o bico dos tucanos se aquecia em questão de minutos, funcionando como um radiador que dissipa o calor do corpo da ave, permitindo que ela permaneça resfriada.
O oposto também foi observado, pois quando as temperaturas são mais brandas pouco calor irradia através do bico, permitindo que a ave conserve o calor.
O bico do tucano tem uma rede de vasos sanguíneos que podem aumentar ou restringir o fluxo de sangue. Ao alterar este fluxo na superfície do bico os tucanos podem conservar ou liberar o calor corporal para se resfriarem.
A grande área do bico e o fato do mesmo não ser isolado significa que o fluxo de sangue ali leva à liberação de calor, resfriando a ave. Em seguida o calor é dissipado no ar.
Radiador eficaz
Outros animais também usan partes de seus corpos para regular a temperatura do corpo. Elefantes e coelhos irradiam calor através das suas orelhas para se resfriarem.
O estudo também mostrou que o tucano é extremamente eficaz para controlar a própria temperatura corporal com seu bico: O bico pode eliminar 100% do calor corporal ou apenas 5% caso o fluxo sanguíneo seja interrompido.
Os pesquisadores explicam que como as aves não suam, necessitam utilizar seus bicos para regular a temperatura corporal.
http://hypescience.com/19007-o-segredo-por-tras-do-bico-do-tucano/
sexta-feira, 22 de março de 2013
SUPERANDO AS DIFICULDADES
Uma das maiores dificuldades dos alunos é entender o que é passado na escola pelo professor para a vida real, muitas vezes a escola não incentiva a saída dos alunos para observarem na prática o que foi passado nas aulas, com isso cria uma dificuldade maior na assimilação do conteúdo.
Muitos acadêmicos possuem excelentes projetos didáticos, que poderiam estar contribuindo com a educação escolar. O desenvolvimento teórico do nosso projeto foi um grande aprendizado, tanto para nós estudantes de graduação, quanto para os alunos de ensino fundamental. Com isso procuramos métodos para facilitar a compreensão de como é o Cerrado tentando trazer na prática o mais real possível, tivemos a ideia de fazer uma maquete, abordando suas principais características, como a fauna e a flora. Os materiais usados foram: massa (criatividade própria), ilustrando o relevo e suas partes planas; grama sintética representando a vegetação rasteira; para as árvores mais altas usamos gravetos de árvores demonstrando os galhos tortuosos; utilizamos fotos de árvores coladas com palitos de picolé para representar algumas das principais espécies da flora; os animais foram feitos com o mesmo material das árvores, com ênfase também nos animais de maior importância; procuramos ilustrar um rio usando tinta azul coberto por gel.
Levamos na escola a maquete, os alunos se mostraram bastante interessados, curiosos e com isso puderam aprender mais o que seria o Cerrado.
Grupo:Gabriela Cunha, Márcia Lopes, Marilu Paulino, Priscila Ferreira e Thayane Bueno.
quarta-feira, 20 de março de 2013
Aspectos da Flora do Cerrado
Olá pessoal, nós vamos compartilhar com vocês alguns aspectos da flora do cerrado!!!!!!
De início, é importante destacar que o bioma do cerrado é segmentado, ou seja, dividido. E a flora, nesse local além de ser muito diversificada, ela colabora para o sustento de muitas famílias, como o uso de sementes e outros componentes vegetais que mantém muitas famílias, assim como somente são característicos do cerrado.
Neste território, também existem indígenas, que utilizam de forma direta para sua sobrevivência, os recursos naturais.
Não podendo deixar de lado a questão climática e as ocorrências de queimadas, no cerrado. Onde alguns tipos de sementes, as anemocóricas, germinam justamente com a presença do fogo. E também, nesse aspecto ecológico, frutos se abrem e ajudam na dispersão de sementes, como exemplo a Anemopoegma arvensis.
Uma questão a se destacar, é de que existe, segundo estudos 44% de plantas de mata atlântica no cerrado, sendo que conseguiram condições físicas para se desenvolverem no local.
Portanto, havendo em torno de 290 mil espécies no cerrado, estas são distribuídas em diversos tipos e características, assim como em funções.
É importante destacar que algumas espécies do cerrado são importantes por serem fitoterápicos como a espécie Pseudorickellia brasilliensis conhecida popularmente por arnica do mato tem ação medicinal na cicatrização, inflamações, etc.
Outras espécies também são importantes na alimentação como a espécie Caryocar brasilliense o famoso pequi.
A flora do cerrado tem muitas utilidades, é muito importante que ela seja preservada, pois muitas espécies estão correndo risco de extinção, por isso é preciso a conscientização de todos!
Referências bibliográficas
Grupo: Ana Carolina Roque Cardoso; Larissa Moita Rossetto; Luciana Maria de Oliveira Barbosa; Mariana Mendes Porto Azevedo e Pedro Gomes Peixoto.
De início, é importante destacar que o bioma do cerrado é segmentado, ou seja, dividido. E a flora, nesse local além de ser muito diversificada, ela colabora para o sustento de muitas famílias, como o uso de sementes e outros componentes vegetais que mantém muitas famílias, assim como somente são característicos do cerrado.
Neste território, também existem indígenas, que utilizam de forma direta para sua sobrevivência, os recursos naturais.
Não podendo deixar de lado a questão climática e as ocorrências de queimadas, no cerrado. Onde alguns tipos de sementes, as anemocóricas, germinam justamente com a presença do fogo. E também, nesse aspecto ecológico, frutos se abrem e ajudam na dispersão de sementes, como exemplo a Anemopoegma arvensis.
Uma questão a se destacar, é de que existe, segundo estudos 44% de plantas de mata atlântica no cerrado, sendo que conseguiram condições físicas para se desenvolverem no local.
Portanto, havendo em torno de 290 mil espécies no cerrado, estas são distribuídas em diversos tipos e características, assim como em funções.
É importante destacar que algumas espécies do cerrado são importantes por serem fitoterápicos como a espécie Pseudorickellia brasilliensis conhecida popularmente por arnica do mato tem ação medicinal na cicatrização, inflamações, etc.
Outras espécies também são importantes na alimentação como a espécie Caryocar brasilliense o famoso pequi.
A flora do cerrado tem muitas utilidades, é muito importante que ela seja preservada, pois muitas espécies estão correndo risco de extinção, por isso é preciso a conscientização de todos!
COUTINHO,
Leopoldo Magno. Aspéctos ecológicos do
cerrado II. Universidade de São Paulo. 1977.
MÉIO, Beatriz B, et al. Revista Brasileira de
Botânica. 2003. Vol.26.
Revista Brasileira de Botânica, 2003, Vol.26, p.437-444 [Periódico
revisado por pares].Grupo: Ana Carolina Roque Cardoso; Larissa Moita Rossetto; Luciana Maria de Oliveira Barbosa; Mariana Mendes Porto Azevedo e Pedro Gomes Peixoto.
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